Uns dias antes de começar, alguém me dizia que talvez não devesse estar com tantas expectativas. Agora que acabou, digo - só sabe quem vive. A queima não desilude.
É ter dias a começar às 4h da tarde e não interessar os momentos mais melancólicos que pudessem surgir - de alguma forma terminavam às 7h da manhã sempre com um sorriso na cara. Fosse por jantares que correram maravilhosamente bem, por surgir a música perfeita na tenda preta, pelas danças, pelas fotos, pelos pequenos-almoços, pelos concertos, pelos crepes, pelos bancos, pelas voltas, pelos abraços, pela capa, pelo mergulho no mar, ou acima de tudo pela companhia, todos os dias entrava em casa feliz. A queima faz-me feliz. A queima faz Coimbra feliz.
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